Insônia

Você pode estar dormindo mal há tanto tempo que isso virou parte da rotina

A insônia nem sempre aparece apenas como dificuldade para iniciar o sono.

Muitas vezes ela se manifesta como sono fragmentado, despertar precoce, sensação de sono não reparador ou cansaço persistente ao longo do dia.

Talvez você até durma algumas horas — mas não descansa de verdade.

A mente não desliga.

O corpo permanece em alerta.

O dia começa pesado antes mesmo de começar.

Com o tempo, dormir mal deixa de ser apenas um incômodo e passa a afetar humor, concentração, energia e funcionamento.

Insônia raramente deve ser avaliada de forma isolada.

Ela pode estar associada a ansiedade, depressão, TDAH, uso de substâncias, rotina desorganizada, estresse crônico ou outros fatores clínicos.

Quando a causa não é investigada, o tratamento tende a ser apenas paliativo.

A avaliação considera:

  • padrão do sono ao longo do tempo
  • horário de início, despertares e qualidade do sono
  • impacto no humor, energia e concentração
  • uso de medicações, álcool, cafeína ou outras substâncias
  • associação com ansiedade, depressão ou TDAH
  • diagnóstico diferencial

O objetivo não é apenas “dar algo para dormir”.

É entender por que o sono não está funcionando.

Dormir mal por muito tempo cobra um preço.

A insônia persistente pode piorar sintomas emocionais, reduzir produtividade, aumentar irritabilidade e dificultar qualquer plano de tratamento.

A consulta é estruturada.

Você sai com clareza sobre:

  • o que foi avaliado
  • quais fatores podem estar mantendo a insônia
  • quais são os próximos passos

Sem respostas vagas ou soluções automáticas.

Se o sono deixou de ser reparador, vale investigar com método.

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